quinta-feira, 9 de abril de 2015

PRESENTINHO PARA A ESPOSA

E ai, ja escolheu o presente do dia das mães pra sua esposinha?

QUE TAL ESSE??


6 comentários:

  1. Caramba. Poderia ter sido traumático para mim, um garoto de 13 anos. Punheteiro novo, de revistas numa época que nem se sonhava em computadores pessoais, internet e estas coisa que facilitam ver pornografia como estas. Anos 1970. Revistinhas suecas, uma irmão sacana mais velho que comprasse., Ele e Ela, Status, uma playboy americana que um pai comprava e tentar ver as garotas peladas ou de biquíni nas prais e piscinas( e sonhar). Ou arrancar um beijo delas, da mesma idade ou um pouco mais velhas. No máximo uma dança lenta, corpos colados e pau durinho. Mas um garoto poderia se dar mal se a garota contasse para o resto da turma. Uma merda a infância. Eu ia muito na casa de um amigo do colégio, o Marcos. Marcos morava num casa bem grande na Tijuca, Rio de Janeiro. Na subida para o Alto da Boa Vista. Seus pai um médico e mãe, psicologa. Já nas casa dos 40 anos. Dona Carmem e doutor Silvestre, seu sobrenome. Ia sempre brincar lá por ser uma terreno grande onde a casa estava situada. Outros amigos também iam. Dona Carmem chamava atenção de todos, até dos mais novos. Que loira gostosa ! Mulherão ! Linda e simpática. Um dia, de verão caiu um temporal fortíssimo na cidade com muitos lugares alagados e com deslizamentos. Mortes. Eu não tinha como descer para a minha casa, situada numa área da Tijuca, Praça Varnhagen. Minha mãe, muita amiga da dona Carmem, telefonou para falar comigo quando a própria pegou o telefone da minha mão. 'Me dá aqui o telefone, menino. Lucinda, pelo amor de Deus ! Está tudo bem e o João dormirá aqui em casa até a chuva parar e baixar. Amanhã ele volta. Como você está ? Não te vejo há semanas, só por telefone....'. Aí, saiu até um cômodo próximo com um fio de telefone tipo aqueles que vemos em filmes antigos americanos. Longos. Lembro que domingo seria dia das mães. Estávamos numa sexta-feira. Doutor Silvestre era muito retraído mas bastante educado. Tratava o filho e os amigos do filho com carinho. Dava conselhos, alguns eu carrego até hoje. Mas sempre no escritório da casa lendo livros e ouvindo jazz. Além de mim, mais um menino estava lá, o Carlos. Bom, três meninos numa casa enorme,claro, alguma iriam aprontar. Casa antiga, tinha um porões. ' Duvido que vocês dois tenham coragem de ir lá embaixo. Meu pai diz que tem um fantasma que vem visitar de vez em quando... de um escravo...','... eu não acredito nisso, Marcos. Vou até lá !', disse. 'Pois então vá, eu fico aqui te esperando. Tá louco ?', o cagão do Carlos respondeu. Mas decidimos que eu desceria e os dois ficariam na espera, na escada. Uma da manhã, fomos. Os empregados já tinham ido dormir e os pais do Marcos também. Pelo menos um porque a televisão estava ligada e o quarto do casal com a porta fechada. Casa com tapetes como nos corredores de hotéis passamos tranquilos.

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  2. Tudo correu de forma muito rápida com uma rápida despedida abrindo a porta da escada de madeira ingrime até o porão. Acendi a luz da escada e desci com as madeiras rangendo. Cheguei num corredor escuro, para direita e para esquerda dois vãos sem portas. Um interruptor duplo e acendi os dois porões. Um vazio, o da direita. Fui para a esquerda. No porão da esquerda, parecia um grande quarto com um pé direito altíssimo. Uma cama ao centro com dois armários espelhados, compridos e bem altos mais ainda com espaço até o teto. Ao lado de
    um dos armários, um escrivaninha. Bem em frente a cama, uma mesa com duas cadeiras. Ao lado de outro armário, uma poltrona. Tudo limpo. Uma porta. Abri. Um banheiro branco todo azulejado. Com uma banheira antiga bem grande. A luz iluminava a cama, bem no centro e os topos dos armários numa penumbra, quase na escuridão. Tudo corria tranquilamente quando escutei passos e ranger das madeiras de gente descendo. Gelei. Quase fiquei paralisado. Olhei a escrivaninha e subi nela pulando, tremendo, para o topo do armário ficando de bruços quietinho. Sabia que corria risco do fantasma me pegar. Após alguém descer as escadas o som das pisadas continuaram, mais abafadas. O chão era de cimento, cinza. Quem fosse, parou. Olhei bem devagar e um sujeito, um negro, todo vestido de branco e descalço. Pensei nos meus amigos muito corajosos. Já deveriam estar debaixo das camas. Outro som, agora de calçados. Apareceu o doutor Silvestre. Cumprimentou o homem e disse:'Pronto?'. A resposta:'sim, senhor'.'Salvador. As luz da escada precisava estar apagadas ! Não se lembrou o que nós combinamos ?',' Já encontrei acesas, doutor',' hum... esquece, eu apago'. E o doutor Silvestre foi lá apagar. O doutor Silvestre sentou -se na poltrona posicionada de frente para a cama e ficou lá. O home ficou parado do outro lado, logo abaixo de mim. Só vi ele chegando e desaparecendo devido ao armário. O cara era alto. Outro barulho na escada. Quando chega, dona Carmem ! Ela beijo o marido e faz um movimento com as mãos que não entendi. Só poucos anos depois entenderia.

    https://i.pinimg.com/originals/2f/14/08/2f14085057c8d5b1b5102cb8ad83cf64.jpg

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  3. Sorridente, disse:'Caramba, onde encontrou esta preciosidade ? 25 por 18 ?','Quase... 24 por 17, errou por um centímetro no comprimento e diâmetro. Vai brincar, gostosa?','Aaah, se vou... mas hoje começaremos no tradicional...'. O negro então foi para o lado de uma pequena mesa próximo de um basculante. Estava nu e via as suas nádegas. Quando ele se virou...

    https://i2.wp.com/xxgasm.com/wp-content/upload/2018/03/hung_black_cock_-4664.jpg

    Dona Carmem foi até o rapaz e logo segurando e batendo uma bronha forte naquele enorme pinto gerando uma forte ereção.

    https://i1.wp.com/blackcockz.com/wp-content/uploads/2015/05/My-hard-black-cock-600x317.jpg

    Vendo aquilo, não restou a ela cair de boca na imensa jeba !

    https://pics.serviporno.com/videos/1/e/5/9/7/1e597fe27b15dfa58478a84b8e27c3b90e7e28f5.mp4-preview-3.jpg

    Mamou, mordeu, lambeu, sugou fortemente... Ouvia o barulho que ela fazia no pau do sujeito e acabei ficando de pau duro nas calças do pijama emprestado do filho dela.



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  4. Dona Carmem estava bastante nervosa com aquela excitação toda e batia uma punheta feroz no pau do negro. Se aquilo me excitou imagina um rapaz vendo aquele mulherão lindo, em posição submissa, fazendo aquilo no pinto dele ! Não aguentou. Soltou jatos de porra no rosto da loira.

    https://cdn77-pic.xvideos-cdn.com/videos/thumbs169lll/73/96/f7/7396f76c10c95add1cab10e470681134/7396f76c10c95add1cab10e470681134.28.jpg

    Ela, feliz com aquilo, deixa-se lambuzar toda. Rosto, boca... e mamava. 'Bravo, Tomás, Bravo ! Agora vista-se e toma aqui o seu dinheiro. Saia fazendo algum barulho com os pés. Desligue a luz da escada por favor. Ah, no jardim, tem uma mangueira e toalhas para você se lavar'. E o rapaz se foi. Quando o doutor Silvestre se levantou ,notei estar de pau duro, digo, pirulito duro. bem pequeno e acanhado pintinho. Dona Carmem foi ao banheiro se lavar. Quando voltou, já nua, deitou na cama. De pernas bem abertas. Primeira vez que vi uma xoxota ao vivo na vida. Outros passos na escada. Doutor Silvestre sentou-se novamente na poltrona. Rodando a cama como se exibindo para a loiraça deitada, passa por mim um homem, também negro, com um caralho gigantesco ! ' 24 X18', amor ?', Não, minha riqueza, 23 por 18'. Casal sem vergonha mesmo. Ele fica de frente para dona Carmem Ela abre bem aquelas coxas grossas e o homem vai se aconchegando entre elas, vai penetrando com e dona Carmem, com a mão direita no tronco do sujeito, talvez medindo o calibre. Só sei que o negro fodeu ela por mais de 20 minutos ! Quando ela começou a gozar, xingando do doutor silvestre:'vem ver, piroquinha, vem ver corno escroto ! Vem ver este verdadeiro macho me fodendo'! Doutor Silvestre se levantou e foi pro lado dela e eu gozei sem botar as mãos no meu pau.

    https://bobsvagene.club/wp-content/uploads/2017/12/black_missionary_se-9677.jpg

    O negão fodeu forte a loiraça. Começando a urrar, soltou porra dentro da boceta dela. 'Se engravidar, é meu filho, docinho...', disse doutor Silvestre, soltando uma porrinha rala da sua piroquinha...

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  5. Mesmo procedimento com o primeiro comedor, doutor Silvestre pagou o sujeito, se despediu do homem e subiu as escadas. Eu estava mais tranquilo mas pensava nos apavorados amigos no quarto ouvindo os passos de longe. Dona Carmem foi ao banheiro e voltou renovada. 'Agora, minha rabuda, de quatro. Teste final... deixa eu passar xilocaína neste cuzinho do bumbum grande... Aaah, lindo, cheio de preguinhas...' dizia o doutor Silvestre. Com 13 anos, já tinha ouvido 'tomar no cú', 'vou comer a tua bunda' mas nunca levei muito a sério apesar de ter visto uma vez um menino fazendo meínha com outro no canto mais escuro do pátio do colégio. Quando me viram, o pau de um menino não estava no cú do outro garoto e sim no meio da bunda. Engraçado que o passivo sorria... Saíram sem graça pedindo para não contar para ninguém ou me matavam. Mais velhos. Ou seja, sabia da prática, sexo anal, mas nunca tinha visto realmente a introdução do pênis no rabo de outro ou de outra. Revistas, mulheres de quatro, homem colado nela. Revistinhas suecas, as que vi, só iam nas bocetas. Estava prestes a ver uma bela enrabada. Dona Carmem, após a preparação anal do marido, um médico, o doutor Silvestre, esperou calminha dando reboladinhas na cama. Se olhava nos espelhos dos armários, o da esquerda e o da direita. Não me via quando ela se virava para o armário onde estava me escondendo, no alto do armário onde a luz não chegava. Permanecia imóvel. Da escada surge um outro homem negro totalmente nu !

    https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTS2oGysCvPNzLYykmlEBs_JNQegsLrylWjY29g-dxsQPiUKRoFZaWM3yPXKcpOo15wc6w&usqp=CAU

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  6. 'O senhor, por favor, encaminhe-se ao rabo, ao cú. Está a todo seu dispor... Antes, passe um pouco de azeite no instrumento de trabalho, lubrifique-se. Ali está a garrafa, azeite português, de fino trato',' disse o doutor Silvestre. De repente, ele pediu para que o negão parasse um pouco já com sua 'arma', dura, comprida e grossa, bem lubrificada. 'Por favor, meu jovem. Gostaria de ver a penetração in loco. Bem próximo. Fique tranquilo que não tocarei em você. Só quero ver este mastro gigantesco entrando e rasgando o cú cheio de pregas da minha querida esposa. Mor, venha para o chão, abra bem essa deliciosa bunda... isso. Que cuzão' !

    https://bestporner.com/wp-content/uploads/2019/06/cuckold-captions-gallery-12-22.jpg

    Ajoelhou-se e já sem as calças, doutor Silvestre viu o homem se posicionando atrás da esposa, a educadíssima Carmem, estudante de colégio de freiras. O negão introduziu a vara grossa na bunda de dona Carmem que sentiu a penetração da enorme glande pedindo só um instantinho para que o cú aceitasse e acomodasse a enorme cabeçorra. Rebolava a safada. Gemia mas não tirava o pau e não queria que o negro enorme tirasse. Dona Carmem segurava o tronco negro cravado na sua bunda, massageando-o. Ainda estava por vir a penetração, claro. Uns minutos e o ela gemia aceitando a enorme trolha no rabo maravilhoso.

    https://cdn.sex.com/images/pinporn/2021/09/18/25910841.gif?width=620

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    Falo a verdade. O homem foi até generoso com ela. Sobrava pinto fora daquele rabo mas é tática de bom fodedor de rabos porque dona Carmem gozou com gritinhos ridículos mas sensuais aos ouvidos levando na bunda. O negão urrava a cada esporrada que dava. Acabado tudo, o negro foi embora com o seu dinheiro, o doutor Silvestre cansado de bater punheta, pelo menos vi duas vezes gozar e dona Carmem saciada pois teve três machos diferentes em três orifícios de seu corpo diferentes. Na boca, na boceta e na bunda. Ela saiu do banheiro após tomar um banho e os dois, marido corno manso e mulher puta, subiram. Desligaram as luzes e trancaram a porta ! Aí eu fiquei com medo. Horas depois, o dia amanhecendo, o Marcos veio me salvar. Procurou a chave da porta dos porões e abriu a maldita porta. Saí chorando ! 'Você viu o escravo?','Vi...Três fantasmas de escravos diferentes ! Uma reunião deles ! Nunca entre aí, Marcos, por favor'! disse, já subindo para o quarto. Fui um amigo bacana. Marcos, se não desconfiou, melhor, pensei durante toda a minha infância e adolescência. Mudou-se de lá e foi morar na Barra da Tijuca numa casa de condomínio. Fui algumas vezes lá, nós na faculdade, ele, de arquitetura, eu, de administração. Depois, a amizade esfriou tendo só contatos esporádicos. Nos falamos agora pelas redes sociais já não vivemos na mesma cidade. Um dia, nesta nova casa, ele olhou para mim, sério. Essa é a minha desconfiança até hoje. Será que ele soube ou não das putarias dos pais ? Dona Carmem, senhora, ainda linda, e o doutor Silvestre, já aposentado, estavam conversando com um casal de amigos em outra mesa ao redor da piscina. Pensei besteira. Comentando sobre nosso time de futebol que acabara de vencer o campeonato brasileiro, Marcos, de um olhar vibrante no rosto deu lugar a um olhar frio, distante. Disse o Marcos, do nada: 'não existem fantasmas'.

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