Eduardo e Gorete estavam viajando pelo norte de Minas Gerais. Pela BR-116, altura de Medina, cansado porque dirigia desde Curitiba. Resolveram parar para jantar e dormir. Fazia uma lua cheia maravilhosa. O carro, de repente, parou de funcionar. Eduardo foi colocando o carro devagar o acostamento. No escuro, iluminado pela lua, os morros do planalto. Olhou, olhou e, para um motorista experiente, pane seca ! Gorete explodiu de raiva. Saiu do carro xingando o marido de burro, tapado. O casamento já não ia muito bem. Casados há 15 anos, com um filho pequeno, o casal andava as turras. Faziam a viagem até a casa dos pais do Eduardo, no sul da Bahia. De burro e tapado para vaca e piranha foi um pulo. Gorete saiu do carro e foi pedir carona pro primeiro que passasse. Eduardo, nervoso, cabeça quente, estúpido, ficou no carro. Não é que passou um caminhão com dois homens e pararam para ajudar Gorete? Caramba, uma loira boazuda, paranaense, no norte de Minas pedindo carona ! Ela não pestanejou e subiu na boleia. Quando o babaca do Eduardo se deu conta, o caminhão desaparecia na sua frente. Abelardo e Bastião, dois homens já maduros, 52 e 56 anos respectivamente, trataram Gorete com educação. Como Bastião ficou no meio do assento dos caronas, dava para dois no banco do carona, ficou esquisito o negócio. Abelardo, o motorista do trecho, pediu para a loira rabuda de 39 anos trocar de lugar com o Bastião por motivo de segurança. Bastião já estava de pau duro dentro das calças. Não conseguiu se segurar. Uma loiraça belzebu daquela, um rabo de deusa, o velho negro tentou mas não conseguiu segurar a onda e de pau duro ficou. Como estava escuro dentro da boleia Gorete não notou no volume dentro da calça do coroa. Bastião e Gorete, sem os cintos de segurança, foram trocando de lugar. Gorte se levantou e foi por cima, Bastião por baixo. Uma pequena freada para corrigir a curva bem aberta e uma aceleração fez com que Gorete fose um pouco para frente e depois caindo com a bunda justamente no pau duro e volumoso de Bastião, uma bela bisnaga grossa. Gorete tomou um susto. pessou estar sentando num pequeno porrete mas logo se ligou com aquel enorme caralho dentro da calça do velho caminhoneiro. Foi para o meio do caminhão, sorriu sem graça para o Bastião e olhou para o monstro escondido. A luz da lua mostrou a encrenca escondida. Foram conversando, ela disse que o marido ficou no carro porque esqueceu-se de abastecer o carro. Achava que chegaria ao posto para jantar e pernoitar. Era o lugar que os caminhoneiros iriam pernoitar também. 'Senhora, foi por pouco. 15 quilômetros e estaremos no posto. Falta de sorte do seu marido...', disse Abelardo. Bastião falou:'Aqui o celular não pega ou pega muito mal. No posto, temos um gerente amigo e ele pegará o carro e levará combustível pro seu marido. Fique tranquila. Ah, e lá tem sinal'.
Chegando no posto, Bastião, já mais tranquilo, desceu com Gorete seguindo e sendo ajudada pelo senhor a descer. Abelardo guardou o caminhão numa vaga atrás do estabelecimento com um restaurante, banheiros e motel( motor hotel, hotel rodoviário) no centro e mais separadas, numa das pontas do terreno, borracharia e mecânica. O estacionamento estava vazio. Mais um caminhão e o dele. Seguiram os três na direção do restaurante. Dois ônibus interestaduais estavam parados. Gente à beça no restaurante. Gorete disse que iria jantar e Bastião foi encontrar o amigo Tomás, um senhor de 60 anos sobre o ocorrido na estrada. Pedir ajuda para o marido da loira.Tomás deu uma boa notícia mas que não ajudaria Eduardo. O carro dele estava com um frentista que só voltaria bem tarde, no final da madrugada. Fora ver a mulher que acabara de ter filho no dia anterior. Abelardo, malandro, já estava na fila e se servindo. na frente de Gorete, 7 pessoas. Bastião foi até ele dizendo que iria pegar o marido da loira boazuda. Ouvindo o Bastião conversando com Abelardo, Gorete interviu dizendo que o marido se viraria, que os dois homens jantassem primeiro e descansassem um pouco. Bastião, então, entrou na fila. Logo, os três estavam jantando juntos. Uma conversa bem educada deixou a loira descontraída. Gorete é extrovertida e os caminhoneiros, sempre respeitando, ouviam com atenção o que ela dizia. Abelardo e Bastião bebiam cerveja, já estavam na terceira garrafa. Gorete resolveu acompanha-los. Pegou um copo de geleia e foram para a quarta garrafa. Tomás se juntou aos três. Restaurante praticamente vazio, só três funcionários guardando o que sobrou nas mesas, limpando tudo, tirando lixo. Não apareceria mais nenhum ônibus até o sol nascer. No posto, um frentista ouvindo um radinho de pilha. Tomás se juntou ao grupo, também resolveu beber com os três e o papo foi ficando bom. Os funcionários se despediram e foram embora. O marido de Gorete foi praticamente esquecido pelos quatro. Só duas lampadas tubulares acima da mesa do grupo acesas. Mais duas garrafas de cerveja e os três homens contavam a vida na estrada. Óbvio que a curiosidade feminina se faria presente. Gorete perguntou aos homens sobre sexo na estrada. Cada um contou várias histórias. Todos experientes, muitas mulheres. Abelardo, único casado, várias mulheres e amantes. Bastião sempre solteiro, muitas damas. Tomás, viúvo, disse que teve algumas escapadas mas desde que a esposa morreu, nada. Um ano e meio na seca. Gorete ficou com pena de Tomás. Olhando para Bastião lembrou do porrete do negro na bunda. Os bicos dos seios ficaram duros. Todos notaram. Uma mulher da vida, prostituta de estrada, passou pelo posto ficando num poste esperando um cliente. Gorete olhava para ela. 'Idália... linda morena. na última vez, transou com dois. Ganhou uma grana preta. Os caras adoraram e deram 5 mil reais para ela. para quem só recebe, no máximo, 200 reais. Eram ricos e nunca tinha transado com um morena...', disse Tomás. Na realidade, Idália era mulata. Rabuda, coxuda e peitos fartos. Um carro parou e levou Idália.
Gorete, já sentindo os efeitos do álcool, perguntou, sem pensar, quanto pagariam para uma loira como ela. Os três homens olharam uns para os outros. 'Depende, dona Gorete. A senhora faria o que para a gente'?, perguntou Abelardo. 'É, a Idália fez tudo para aqueles dois homens. Tudo... Sou amigo dela e ela me disse até os detalhes', disse Tomás.' Idália é prostituta, sabe fazer. A senhora é dona de casa. A senhora teria prazer conosco, já a Idália, é profissional, já acostumada', disse Bastião.' Ah, então, por ser dona de casa, material raro, pagariam menos?','A senhora já deu para dois ou três homens ao mesmo tempo? Muitas mulheres sentem muito tesão com isso, sabia ? É uma experiência diferente e inesquecível. Conheço 6 mulheres que trocaram o casamento por sexo com dinheiro, viraram prostitutas mesmo, com gangbangs e duplas penetrações. Duas delas ficaram ricas. Quanto a senhora cobraria por três homens bem dotados para satisfazer a senhora ?', perguntou Abelardo. '6000 reais. 2000 mil de cada um. Mas, peraí... Vocês são, todos os três, bem avantajados ?','Sim, senhora. Abelardo, cê tá na seca há quanto tempo ?','Trepei com a esposa tem duas semanas... rapaz, com a dona Gorete, eu vou pro abraço ! Mulher linda demais '!, respondeu o negão barrigudo.'E você, Bastião, quanto tempo?',' Rapaz... Comi um rabo lindo em Fortaleza há... 2 meses. Uma punheta há três semanas e só...', contou Bastião arrancando gargalhadas de todos. 'Eu já disse, mais de ano não trepo. Mesmo com a idade, o pau está latejando de tão duro que fica quando penso em mulheres como a dona Gorete. Que tal... 4800 reais, a senhora aceitaria ? Os 1200 ficariam pela experiência de trepar com três homens carregados de... muito leite...', perguntou já muito safado, o Bastião. 'Bom, aceito, deixe eu tomar um banho e subam os três. Por onde posso entrar sem que me vejam?',' Vamos os quatro pela escada de serviço, me sigam, antes, deixe um pegar um vidro de azeite...', disse o mais velho, Tomás. Gorete entrou no quarto e foi ao banheiro. Tomás, esperto, pediu que a loira desligasse o celular e deixasse na mesa. A loira aceitou ! Queria levar pica mesmo. Os homens se alternaram usando um banheiro de outro quarto ao lado tomando um banho rápido. Todos tomaram banho primeiro. Quando voltaram, todos estava sentados, nus. Quando Gorete saiu do banheiro, o quarto estava só com a luz do luar. Usava a calcinha e saltos altos. Começou a rebolar como se fosse uma dançarina de inferninho quando Abelardo acendeu as luzes do quarto.
Quando Gorete viu os três, correu primeiro para o Abelardo, ajoelhando-se e caindo de boca no imenso pau do negão barrigudo. Os outros dois se uniram rodeando aloira que passou a mamar os três paus e bater punheta sem parar e cada um deles. Estava enlouquecida.
A fome dos três machos velhos era tamanha e isso animava mais a Gorete.' Porra, Abelardo, deixa ela me chupar, seu babaca ! Vem cá, puta, isso aí... Nossa, que boca '!, dizia o Bastião. 'Eu vou me preservar porque quero esta bunda logo de primeira...', batendo uma punheta calma falou o safado e experiente Tomás. ' Vou prá trás dela meter nesta boceta apertadinha...', Abelardo já se posicionando, ajoelhando-se atrás da Gorete. Cuspindo na mão, passando o cuspe no pau, meteu. Gorete nunca tinha sentido um pau tão comprido e grosso entrando dentro da boceta. Rasgava tomando conta de toda a vagina. Rebolava toda molhadinha. Sabedor do tamanho da jeba que tinha, Abelardo não empurrou tudo. A esposa de Eduardo chupava o pau do Tomás depois batia punheta nele enquanto passava a chupar o pau do Bastião. Abelardo começou a foder forte, estocadas poderosas, segurando-a pela cintura. Gorete ficou segurando os dois paus como apoio, gemendo e gritando: 'botar mais, assim, bate no meu rabo, canalha filho da putaaa aaaííí !'. Abelardo começou a bufar na nuca dela dizendo: 'Tô para explodir dentro de você, puta safada...'. Bastião e Tomás ficaram só olhando a trepada e logo Abelardo esporrou muito dentro da loira gostosa. 'Puta que pariu, que boceta gostosa de tão apertada ! Deixa eu gozar tudo dentro dela... filha da puta de mulher tesuda, sô'! Gorete ficou rebolando devagar, sorrindo, recebendo como uma vencedora os jatos quentes de porra do pau pulsante na vagina que já escorriam pelas coxas. Aí, ela se levantou e foi ao banheiro. 'Quero um segundo round, esperem... Tomás e Bastião precisam me servir. Volto já', e foi se lavar. 'Tomás, tive uma ideia. Botar a piranha de quatro. Par ou impar para quem vai primeiro na bunda dela. Quem perder, vai na boceta','Como assim, Bastião ?, DP a gente faz depois !','Não, seu idiota. Revezamento. Se eu ganhar, vou no rabo, penetro, brinco um pouco, saio. Vem você e vai na boceta, entendeu ? Revezamento ! Melhor, quem perder começa na boceta porque será uma surpresinha para a puta sentir o outro encostando o boto no cuzinho dela... Vamos deixar ela doida de tanto levar caralho'! Gorete saiu e Bastião já foi falando com ela.'Fica de quatro na cama, mulher, vamos te traçar agora. Par ou ímpar, Tomás?','Par','Um, dois, três e já ! Ímpar, sacanagem... Cê ganhou, Tomás ! Sortudo...',' Ué, por quê vocês estão tirando par ou ímpar?',' Você verá, Gorete... Você verá...'. Ela sorriu e tomou posição na cama.
Bastião se posicionou atrás de Gorete deixando a loira desconfiada porque quem venceu foi o Tomás e seu enorme caralhos veiúdo mas logo estava com Bastião encima e se esqueceu a disputa. Bastião enfiou a piroca na boceta da loira. 'Fode, maluco ! Fode a boceta desta potranca !',' disse o gordo Abelardo, de espectador, batendo uma bronha no pau. Bastião dava trancos fortes três vezes e depois aliviava cadenciando para não deixar Gorete desconfortável. A tática deu certo com Gorete, nas três estocadas fortes dando gritinhos de dor 'ai, ai, ai... dói...' se fazendo de menininha cabaçuda. Isso só deixava os machos mais violentos. Não sabia o que vinha pela frente. Tomás já untava o pau de azeite. O imenso caralho brilhava ! Bastião saiu e esperou pelo espetáculo. Do outro lado da loira ficou Abelardo. Gorete entendeu o que estava por vir quando olhou para trás.
Abelardo se posicionou com o caralho duro bem em frente do rosto de Gorete. A jogada era distraí-la, já que o pau do Tomás, como o dele, era difícil de aguentar. Quengas choraram com a jeba dele, do Abelardo. Tomás olhou compenetrado na missão.
E deu início a penetração. Ela sentiu um pouco a entrada da glande, uma pequena maçã. Tomás esperou que ela se acostumasse. Como diz a outra legenda traduzida para o português mas com uma diferença para o marido de Gorete, Eduardo.
'Gorete sempre deixou Eduardo colocar o dedo e o pinto dele no cuzinho, no entanto, estava permitindo um pau cavalar de um estranho fazer o mesmo. E estava mais surpresa que dolorida. Aquilo era surreal. Aquela imensa vara dura e grossa abrindo caminho como uma imensa broca dentro de um apertado túnel. Tomás ia devagar.'Posso continuar ? Você quem comanda, Gorete',' Mais um pouquinho... pára...',' O bastião quer voltar para a boceta descarregando a encomenda dele, então, relaxa e deixa o pai aqui fazer o trabalho sujo...', disse, penetrando mais um pouco o rabo com Gorete, muito submissa, deixando a coisa acontecer. Na verdade, ela já havia traído Eduardo uma vez. Foi algo muito esquisito. Logo após o casamento deles, ainda jovens, foram morar em São Paulo capital porque a empresa para a qual Eduardo trabalhava assim quis.Gerente de vendas, Eduardo precisou ir para Registro por dois dias deixando Gorete numa pequena casa alugada pela firma. Casa de condomínio, com segurança. O condomínio tinha serviço terceirizado de jardinagem e um rapaz fazia um serviço no jardim em frente da casa deles. Um cara alto, cheio de tatuagens nos braços. Muito forte. Lá pelo meio dia, a campainha tocou. Gorete atendeu e era o jardineiro. Olhar penetrante, intimidador, disse que o serviço também incluía o jardim interno ao redor da pequena piscina. Sabia por que ele já esteve lá várias vezes. Cortaria a grama e logo sairia, sem incomodar. Caso não quisesse o serviço, mostrou uma folha para Gorete com alguns dizeres onde o morador marcaria um 'x' impedindo ou não o trabalho e assinando colocando o número da casa. Gorete pediu um tempo, já estava pensando besteira porque o homem carregava entre as pernas uma bela ferramenta, e interfonou para a portaria. O porteiro disse que era o Juvenal, o jardineiro. De confiança. Desligou. Foi até o rapaz e perguntou o nome dele. 'Juvenal, ao seu dispor', respondeu educadamente. Gorete permitiu a entrada do diabo sedutor em forma de homem na casa.
Levando ferro duro de Tomás no rabo, sentiu o cajado saindo de repente do cú com Bastião já se posicionando e ocupando a rachada. Olhava tudo com aquele olhar de puta satisfeita. Pegou o pau já duro de Abelardo e começou a mamar. Estava feliz ! Alegre ! Logo, sentia o invasor anal novamente a enraba-la. O velho Tomás ! Com uma cara de demônio, sorria nervoso sentindo o pau ser apertado pelo cú apertadinho em tão bela bunda malhada de ginástica em academias caras pagas pelo corno Eduardo. Depois, Bastião na boceta e pulsação do pau grosso com muita porra na boceta. Quase desmaiou de tanta tesão. Só foi lembrada onde estava com o pau de Tomás invadindo o seu cú de novo. Já estava até bem acostumada. Porra no rabo ! O latejamento do maior pau chegou a fazer com que Gorete gritasse de tesão pedindo piedade com ela, tendo um orgasmo muito forte e perdendo todas as forças ! Pelos cabelos já que estava muito cansada, foi erguida para levar esperma no rosto. Abelardo serviu-a com uma segunda gozada forte na cara dela ! A noite ainda não acabara, teve uma bela dupla penetração com Abelardo e Bastião se alternando na bunda de Gorete. E cavalgadas da loira após ela mesma, massageando o pau de Tomás e Bastião, já quase os dois dormindo, sentiram Gorete encima deles. Abelardo capotou. De manhã, serviu os três machos com as pernas bem abertas. Todos gozaram fora, perguntavam onde ela queria leitinho. Gorete pediu na boca ! Quando um estava gozando, outro na boceta. O último, Abelardo, gozou forte, na barriga e nossos dela. Era leiteiro o negão gordo. Ela resolveu dormir mais um pouco. Os homens partiram. Quando acordou, o celular ligou. Várias mensagens. Era o corno Eduardo, preocupadíssimo ! Estava na cidade próxima, na polícia ! Não dormira a noite toda ! Ela deu o endereço do motel. ' Os caminhoneiros me deixaram aqui e seguiram viagem...', bela mentira. Tomou um banho e foi esperar Eduardo no restaurante. Quando colocou a mão na bolsa, uma surpresa. Viu um bolo de dinheiro. Contou tomando café com pão e manteiga. Contou o dinheiro. 6000 reais !
Eduardo e Gorete estavam viajando pelo norte de Minas Gerais. Pela BR-116, altura de Medina, cansado porque dirigia desde Curitiba. Resolveram parar para jantar e dormir. Fazia uma lua cheia maravilhosa. O carro, de repente, parou de funcionar. Eduardo foi colocando o carro devagar o acostamento. No escuro, iluminado pela lua, os morros do planalto. Olhou, olhou e, para um motorista experiente, pane seca ! Gorete explodiu de raiva. Saiu do carro xingando o marido de burro, tapado. O casamento já não ia muito bem. Casados há 15 anos, com um filho pequeno, o casal andava as turras. Faziam a viagem até a casa dos pais do Eduardo, no sul da Bahia. De burro e tapado para vaca e piranha foi um pulo. Gorete saiu do carro e foi pedir carona pro primeiro que passasse. Eduardo, nervoso, cabeça quente, estúpido, ficou no carro. Não é que passou um caminhão com dois homens e pararam para ajudar Gorete? Caramba, uma loira boazuda, paranaense, no norte de Minas pedindo carona ! Ela não pestanejou e subiu na boleia. Quando o babaca do Eduardo se deu conta, o caminhão desaparecia na sua frente. Abelardo e Bastião, dois homens já maduros, 52 e 56 anos respectivamente, trataram Gorete com educação. Como Bastião ficou no meio do assento dos caronas, dava para dois no banco do carona, ficou esquisito o negócio. Abelardo, o motorista do trecho, pediu para a loira rabuda de 39 anos trocar de lugar com o Bastião por motivo de segurança. Bastião já estava de pau duro dentro das calças. Não conseguiu se segurar. Uma loiraça belzebu daquela, um rabo de deusa, o velho negro tentou mas não conseguiu segurar a onda e de pau duro ficou. Como estava escuro dentro da boleia Gorete não notou no volume dentro da calça do coroa. Bastião e Gorete, sem os cintos de segurança, foram trocando de lugar. Gorte se levantou e foi por cima, Bastião por baixo. Uma pequena freada para corrigir a curva bem aberta e uma aceleração fez com que Gorete fose um pouco para frente e depois caindo com a bunda justamente no pau duro e volumoso de Bastião, uma bela bisnaga grossa. Gorete tomou um susto. pessou estar sentando num pequeno porrete mas logo se ligou com aquel enorme caralho dentro da calça do velho caminhoneiro. Foi para o meio do caminhão, sorriu sem graça para o Bastião e olhou para o monstro escondido. A luz da lua mostrou a encrenca escondida. Foram conversando, ela disse que o marido ficou no carro porque esqueceu-se de abastecer o carro. Achava que chegaria ao posto para jantar e pernoitar. Era o lugar que os caminhoneiros iriam pernoitar também. 'Senhora, foi por pouco. 15 quilômetros e estaremos no posto. Falta de sorte do seu marido...', disse Abelardo. Bastião falou:'Aqui o celular não pega ou pega muito mal. No posto, temos um gerente amigo e ele pegará o carro e levará combustível pro seu marido. Fique tranquila. Ah, e lá tem sinal'.
ResponderExcluirChegando no posto, Bastião, já mais tranquilo, desceu com Gorete seguindo e sendo ajudada pelo senhor a descer. Abelardo guardou o caminhão numa vaga atrás do estabelecimento com um restaurante, banheiros e motel( motor hotel, hotel rodoviário) no centro e mais separadas, numa das pontas do terreno, borracharia e mecânica. O estacionamento estava vazio. Mais um caminhão e o dele. Seguiram os três na direção do restaurante. Dois ônibus interestaduais estavam parados. Gente à beça no restaurante. Gorete disse que iria jantar e Bastião foi encontrar o amigo Tomás, um senhor de 60 anos sobre o ocorrido na estrada. Pedir ajuda para o marido da loira.Tomás deu uma boa notícia mas que não ajudaria Eduardo. O carro dele estava com um frentista que só voltaria bem tarde, no final da madrugada. Fora ver a mulher que acabara de ter filho no dia anterior. Abelardo, malandro, já estava na fila e se servindo. na frente de Gorete, 7 pessoas. Bastião foi até ele dizendo que iria pegar o marido da loira boazuda. Ouvindo o Bastião conversando com Abelardo, Gorete interviu dizendo que o marido se viraria, que os dois homens jantassem primeiro e descansassem um pouco. Bastião, então, entrou na fila. Logo, os três estavam jantando juntos. Uma conversa bem educada deixou a loira descontraída. Gorete é extrovertida e os caminhoneiros, sempre respeitando, ouviam com atenção o que ela dizia. Abelardo e Bastião bebiam cerveja, já estavam na terceira garrafa. Gorete resolveu acompanha-los. Pegou um copo de geleia e foram para a quarta garrafa. Tomás se juntou aos três. Restaurante praticamente vazio, só três funcionários guardando o que sobrou nas mesas, limpando tudo, tirando lixo. Não apareceria mais nenhum ônibus até o sol nascer. No posto, um frentista ouvindo um radinho de pilha. Tomás se juntou ao grupo, também resolveu beber com os três e o papo foi ficando bom. Os funcionários se despediram e foram embora. O marido de Gorete foi praticamente esquecido pelos quatro. Só duas lampadas tubulares acima da mesa do grupo acesas. Mais duas garrafas de cerveja e os três homens contavam a vida na estrada. Óbvio que a curiosidade feminina se faria presente. Gorete perguntou aos homens sobre sexo na estrada. Cada um contou várias histórias. Todos experientes, muitas mulheres. Abelardo, único casado, várias mulheres e amantes. Bastião sempre solteiro, muitas damas. Tomás, viúvo, disse que teve algumas escapadas mas desde que a esposa morreu, nada. Um ano e meio na seca. Gorete ficou com pena de Tomás. Olhando para Bastião lembrou do porrete do negro na bunda. Os bicos dos seios ficaram duros. Todos notaram. Uma mulher da vida, prostituta de estrada, passou pelo posto ficando num poste esperando um cliente. Gorete olhava para ela. 'Idália... linda morena. na última vez, transou com dois. Ganhou uma grana preta. Os caras adoraram e deram 5 mil reais para ela. para quem só recebe, no máximo, 200 reais. Eram ricos e nunca tinha transado com um morena...', disse Tomás. Na realidade, Idália era mulata. Rabuda, coxuda e peitos fartos. Um carro parou e levou Idália.
ResponderExcluirGorete, já sentindo os efeitos do álcool, perguntou, sem pensar, quanto pagariam para uma loira como ela. Os três homens olharam uns para os outros. 'Depende, dona Gorete. A senhora faria o que para a gente'?, perguntou Abelardo. 'É, a Idália fez tudo para aqueles dois homens. Tudo... Sou amigo dela e ela me disse até os detalhes', disse Tomás.' Idália é prostituta, sabe fazer. A senhora é dona de casa. A senhora teria prazer conosco, já a Idália, é profissional, já acostumada', disse Bastião.' Ah, então, por ser dona de casa, material raro, pagariam menos?','A senhora já deu para dois ou três homens ao mesmo tempo? Muitas mulheres sentem muito tesão com isso, sabia ? É uma experiência diferente e inesquecível. Conheço 6 mulheres que trocaram o casamento por sexo com dinheiro, viraram prostitutas mesmo, com gangbangs e duplas penetrações. Duas delas ficaram ricas. Quanto a senhora cobraria por três homens bem dotados para satisfazer a senhora ?', perguntou Abelardo. '6000 reais. 2000 mil de cada um. Mas, peraí... Vocês são, todos os três, bem avantajados ?','Sim, senhora. Abelardo, cê tá na seca há quanto tempo ?','Trepei com a esposa tem duas semanas... rapaz, com a dona Gorete, eu vou pro abraço ! Mulher linda demais '!, respondeu o negão barrigudo.'E você, Bastião, quanto tempo?',' Rapaz... Comi um rabo lindo em Fortaleza há... 2 meses. Uma punheta há três semanas e só...', contou Bastião arrancando gargalhadas de todos. 'Eu já disse, mais de ano não trepo. Mesmo com a idade, o pau está latejando de tão duro que fica quando penso em mulheres como a dona Gorete. Que tal... 4800 reais, a senhora aceitaria ? Os 1200 ficariam pela experiência de trepar com três homens carregados de... muito leite...', perguntou já muito safado, o Bastião. 'Bom, aceito, deixe eu tomar um banho e subam os três. Por onde posso entrar sem que me vejam?',' Vamos os quatro pela escada de serviço, me sigam, antes, deixe um pegar um vidro de azeite...', disse o mais velho, Tomás. Gorete entrou no quarto e foi ao banheiro. Tomás, esperto, pediu que a loira desligasse o celular e deixasse na mesa. A loira aceitou ! Queria levar pica mesmo. Os homens se alternaram usando um banheiro de outro quarto ao lado tomando um banho rápido. Todos tomaram banho primeiro. Quando voltaram, todos estava sentados, nus. Quando Gorete saiu do banheiro, o quarto estava só com a luz do luar. Usava a calcinha e saltos altos. Começou a rebolar como se fosse uma dançarina de inferninho quando Abelardo acendeu as luzes do quarto.
ResponderExcluirhttps://www.soamadorasbr.com/wp-content/uploads/2021/07/Esposa-loira-sexy-em-fotos-amadoras-6.jpg
Abelardo, com o pau extremamente duro ! Cabeçudão, um cacetão de 22 centímetros e 16 de circunferência.
https://www.homenspeladosbr.com/wp-content/uploads/2021/03/negro-barrigudo-da-rola-grande-nu-e-super-excitado.jpg
Os dois, Bastião e Tomás, permaneciam sentados.
Bastião e seu porrete de 23 centímetros com 16 de circunferência. Bem cabeçudo.
https://cdn5-thumbs.motherlessmedia.com/thumbs/C3B1ADA.jpg
E o mais velho, Tomás... 25 centímetros ! Grosso e cabeçudo.
https://thumb-p9.xhcdn.com/a/nxSdweLyHPOp1Wa6Nw91Hg/000/080/426/679_450.jpg
Quando Gorete viu os três, correu primeiro para o Abelardo, ajoelhando-se e caindo de boca no imenso pau do negão barrigudo. Os outros dois se uniram rodeando aloira que passou a mamar os três paus e bater punheta sem parar e cada um deles. Estava enlouquecida.
A fome dos três machos velhos era tamanha e isso animava mais a Gorete.' Porra, Abelardo, deixa ela me chupar, seu babaca ! Vem cá, puta, isso aí... Nossa, que boca '!, dizia o Bastião. 'Eu vou me preservar porque quero esta bunda logo de primeira...', batendo uma punheta calma falou o safado e experiente Tomás. ' Vou prá trás dela meter nesta boceta apertadinha...', Abelardo já se posicionando, ajoelhando-se atrás da Gorete. Cuspindo na mão, passando o cuspe no pau, meteu. Gorete nunca tinha sentido um pau tão comprido e grosso entrando dentro da boceta. Rasgava tomando conta de toda a vagina. Rebolava toda molhadinha. Sabedor do tamanho da jeba que tinha, Abelardo não empurrou tudo. A esposa de Eduardo chupava o pau do Tomás depois batia punheta nele enquanto passava a chupar o pau do Bastião. Abelardo começou a foder forte, estocadas poderosas, segurando-a pela cintura. Gorete ficou segurando os dois paus como apoio, gemendo e gritando: 'botar mais, assim, bate no meu rabo, canalha filho da putaaa aaaííí !'. Abelardo começou a bufar na nuca dela dizendo: 'Tô para explodir dentro de você, puta safada...'. Bastião e Tomás ficaram só olhando a trepada e logo Abelardo esporrou muito dentro da loira gostosa. 'Puta que pariu, que boceta gostosa de tão apertada ! Deixa eu gozar tudo dentro dela... filha da puta de mulher tesuda, sô'! Gorete ficou rebolando devagar, sorrindo, recebendo como uma vencedora os jatos quentes de porra do pau pulsante na vagina que já escorriam pelas coxas. Aí, ela se levantou e foi ao banheiro. 'Quero um segundo round, esperem... Tomás e Bastião precisam me servir. Volto já', e foi se lavar. 'Tomás, tive uma ideia. Botar a piranha de quatro. Par ou impar para quem vai primeiro na bunda dela. Quem perder, vai na boceta','Como assim, Bastião ?, DP a gente faz depois !','Não, seu idiota. Revezamento. Se eu ganhar, vou no rabo, penetro, brinco um pouco, saio. Vem você e vai na boceta, entendeu ? Revezamento ! Melhor, quem perder começa na boceta porque será uma surpresinha para a puta sentir o outro encostando o boto no cuzinho dela... Vamos deixar ela doida de tanto levar caralho'! Gorete saiu e Bastião já foi falando com ela.'Fica de quatro na cama, mulher, vamos te traçar agora. Par ou ímpar, Tomás?','Par','Um, dois, três e já ! Ímpar, sacanagem... Cê ganhou, Tomás ! Sortudo...',' Ué, por quê vocês estão tirando par ou ímpar?',' Você verá, Gorete... Você verá...'. Ela sorriu e tomou posição na cama.
ResponderExcluirhttps://www.soamadorasbr.com/wp-content/uploads/2021/07/Esposa-loira-sexy-em-fotos-amadoras-13.jpg
Bastião se posicionou atrás de Gorete deixando a loira desconfiada porque quem venceu foi o Tomás e seu enorme caralhos veiúdo mas logo estava com Bastião encima e se esqueceu a disputa. Bastião enfiou a piroca na boceta da loira. 'Fode, maluco ! Fode a boceta desta potranca !',' disse o gordo Abelardo, de espectador, batendo uma bronha no pau. Bastião dava trancos fortes três vezes e depois aliviava cadenciando para não deixar Gorete desconfortável. A tática deu certo com Gorete, nas três estocadas fortes dando gritinhos de dor 'ai, ai, ai... dói...' se fazendo de menininha cabaçuda. Isso só deixava os machos mais violentos. Não sabia o que vinha pela frente. Tomás já untava o pau de azeite. O imenso caralho brilhava ! Bastião saiu e esperou pelo espetáculo. Do outro lado da loira ficou Abelardo. Gorete entendeu o que estava por vir quando olhou para trás.
Abelardo se posicionou com o caralho duro bem em frente do rosto de Gorete. A jogada era distraí-la, já que o pau do Tomás, como o dele, era difícil de aguentar. Quengas choraram com a jeba dele, do Abelardo. Tomás olhou compenetrado na missão.
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Como bem diz a legenda.
https://img-cf.xnxx-cdn.com/videos/thumbslll/3d/de/a2/3ddea2422eb12a25b25788eb16752751/3ddea2422eb12a25b25788eb16752751.1.jpg
E deu início a penetração. Ela sentiu um pouco a entrada da glande, uma pequena maçã. Tomás esperou que ela se acostumasse. Como diz a outra legenda traduzida para o português mas com uma diferença para o marido de Gorete, Eduardo.
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'Gorete sempre deixou Eduardo colocar o dedo e o pinto dele no cuzinho, no entanto, estava permitindo um pau cavalar de um estranho fazer o mesmo. E estava mais surpresa que dolorida. Aquilo era surreal. Aquela imensa vara dura e grossa abrindo caminho como uma imensa broca dentro de um apertado túnel. Tomás ia devagar.'Posso continuar ? Você quem comanda, Gorete',' Mais um pouquinho... pára...',' O bastião quer voltar para a boceta descarregando a encomenda dele, então, relaxa e deixa o pai aqui fazer o trabalho sujo...', disse, penetrando mais um pouco o rabo com Gorete, muito submissa, deixando a coisa acontecer. Na verdade, ela já havia traído Eduardo uma vez. Foi algo muito esquisito. Logo após o casamento deles, ainda jovens, foram morar em São Paulo capital porque a empresa para a qual Eduardo trabalhava assim quis.Gerente de vendas, Eduardo precisou ir para Registro por dois dias deixando Gorete numa pequena casa alugada pela firma. Casa de condomínio, com segurança. O condomínio tinha serviço terceirizado de jardinagem e um rapaz fazia um serviço no jardim em frente da casa deles. Um cara alto, cheio de tatuagens nos braços. Muito forte. Lá pelo meio dia, a campainha tocou. Gorete atendeu e era o jardineiro. Olhar penetrante, intimidador, disse que o serviço também incluía o jardim interno ao redor da pequena piscina. Sabia por que ele já esteve lá várias vezes. Cortaria a grama e logo sairia, sem incomodar. Caso não quisesse o serviço, mostrou uma folha para Gorete com alguns dizeres onde o morador marcaria um 'x' impedindo ou não o trabalho e assinando colocando o número da casa. Gorete pediu um tempo, já estava pensando besteira porque o homem carregava entre as pernas uma bela ferramenta, e interfonou para a portaria. O porteiro disse que era o Juvenal, o jardineiro. De confiança. Desligou. Foi até o rapaz e perguntou o nome dele. 'Juvenal, ao seu dispor', respondeu educadamente. Gorete permitiu a entrada do diabo sedutor em forma de homem na casa.
Levando ferro duro de Tomás no rabo, sentiu o cajado saindo de repente do cú com Bastião já se posicionando e ocupando a rachada. Olhava tudo com aquele olhar de puta satisfeita. Pegou o pau já duro de Abelardo e começou a mamar. Estava feliz ! Alegre ! Logo, sentia o invasor anal novamente a enraba-la. O velho Tomás ! Com uma cara de demônio, sorria nervoso sentindo o pau ser apertado pelo cú apertadinho em tão bela bunda malhada de ginástica em academias caras pagas pelo corno Eduardo. Depois, Bastião na boceta e pulsação do pau grosso com muita porra na boceta. Quase desmaiou de tanta tesão. Só foi lembrada onde estava com o pau de Tomás invadindo o seu cú de novo. Já estava até bem acostumada. Porra no rabo ! O latejamento do maior pau chegou a fazer com que Gorete gritasse de tesão pedindo piedade com ela, tendo um orgasmo muito forte e perdendo todas as forças ! Pelos cabelos já que estava muito cansada, foi erguida para levar esperma no rosto. Abelardo serviu-a com uma segunda gozada forte na cara dela ! A noite ainda não acabara, teve uma bela dupla penetração com Abelardo e Bastião se alternando na bunda de Gorete. E cavalgadas da loira após ela mesma, massageando o pau de Tomás e Bastião, já quase os dois dormindo, sentiram Gorete encima deles. Abelardo capotou. De manhã, serviu os três machos com as pernas bem abertas. Todos gozaram fora, perguntavam onde ela queria leitinho. Gorete pediu na boca ! Quando um estava gozando, outro na boceta. O último, Abelardo, gozou forte, na barriga e nossos dela. Era leiteiro o negão gordo. Ela resolveu dormir mais um pouco. Os homens partiram. Quando acordou, o celular ligou. Várias mensagens. Era o corno Eduardo, preocupadíssimo ! Estava na cidade próxima, na polícia ! Não dormira a noite toda ! Ela deu o endereço do motel. ' Os caminhoneiros me deixaram aqui e seguiram viagem...', bela mentira. Tomou um banho e foi esperar Eduardo no restaurante. Quando colocou a mão na bolsa, uma surpresa. Viu um bolo de dinheiro. Contou tomando café com pão e manteiga. Contou o dinheiro. 6000 reais !
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